sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

Alô, Mamãe...


Ocasiona admiração a maneira de me dirigir a você? Não sabe quem sou e nem onde estou, porém foi no amor que me fiz presente dentro do seu útero.
Você lembra quando se preocupava do atraso nos dias críticos? Que recorreste à farmácia para o uso habitual da injeção, a fim de solucionar o problema? Era eu. Desde o instante da concepção ali me encontrava comprometido com você.
Agora que já está a par de minha presença, queria pedir-lhe um favor: se possível, deixa-me continuar vivendo no seu útero, porque preciso nascer, necessito tanto desta vida como o cego precisa da luz para enxergar.
Mãezinha, ouvi falar a respeito da legalização do aborto e, acreditando piamente no seu coração bom, sei que jamais pensaria em adotar essas idéias criminosas.
Dependo de você para viver. Minha futura existência está em suas mãos: Mata-me ou deixa-me viver!
Sinto que escolherá pela vida, desde já quero agradecer-lhe e prometer que, na sua velhice, tudo farei para amparar e alegrar o seu coração.
Mãezinha, esta será a forma de minha gratidão pela vida que me oferece, porque Jesus assim o deseja.

...

(Essa mensagem é uma psicografia, feita por um médium a uma mulher que desconheço a identidade.)

Um comentário:

Pietra Calçados disse...

Oi flor... To mto feliz por vc sabia??? E com esse blog poderei saber como andam voces... Eu naum sabia que era tão filósofa... rs
To mto mto mto feliz!!!
Até mais!